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Presidente Sul Africano Diz Que Nao Tem Medo De Processo De Impeachment - - Cidade - Estado


Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/presidente-sul-africano-diz-que-nao-tem-medo-de-processo-de-impeachment-22397927


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Presidente sul-africano renuncia e diz discordar da pressão de partidários Jacob Zuma é pressionado pelo Congresso Nacional Africano para deixar o cargo por acusações de corrupção por O Globo 14/02/2018 18:56 / Atualizado 14/02/2018 19:33 O presidente sul-africano Jacob Zuma - Themba Hadebe / AP Publicidade PRETÓRIA - Em meio a pressões para deixar o governo por acusações de corrupção, o presidente sul-africano Jacob Zuma afirmou nesta quarta-feira que renuncia ao cargo, apesar de discordar da maneira como o processo tem sido levado. Ele disse que consegue aceitar que seus partidários do Congresso Nacional Africano (CNA) queiram que ele saia do cargo, mas defendeu que isso deveria ser feito de acordo com a Constituição, alegando que não teme enfrentar um processo de impeachment. Com sua saída, o vice-presidente Cyril Ramaphosa, atual líder do CNA, assume como interino até sua posse oficial, que deve ser na quinta-feira ou na sexta-feira. Zuma disse que não vai ser o motivo da cisão dentro do CNA entre os que querem sua permanência ou sua saída: — Eu cheguei à decisão de renunciar como presidente da República, com efeito imediato — afirmou Zuma, de 75 anos, em um discurso de 30 minutos em Pretória. — O CNA não ficará dividido em meu nome. O presidente sul-africano, que defende que tem suas pendências resolvidas com a Justiça, criticou as especulações em torno de seu futuro como presidente, e disse que seria preciso seguir a lei para exigir sua saída do cargo: — Eu devo aceitar que meu partido e meus compatriotas querem que eu seja removido do cargo, mas devem exercitar esse direito e fazê-lo da maneira prescrita na Constituição — sustentou Zuma. — Se eu for removido do governo, isso deve ser feito de acordo com a Constituição. Não temo uma moção de não confiança ou impeachment por serem mecanimos legais para o povo deste belo país remover seu presidente. LEIA MAIS:Próximo presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa precisará reunificar partidoZuma considera ordem de renúncia 'injusta' antes de moção no ParlamentoZuma está envolvido em vários escândalos de corrupção, que mergulharam o país em crise política enquanto o CNA vai perdendo popularidade após governar ininterruptamente desde 1994. A África do Sul também sofre com o aumento da pobreza e do desemprego, enquanto a economia chegou a entrar em recessão em 2017. Com estilo populista de centro-esquerda, Zuma classifica como perseguição as tentativas internas de destitui-lo nos últimos anos. Publicidade A renúncia de Zuma traz mais certeza ao país preso nesse impasse político, disse o vice-secretário-geral do CNA, Jesse Duarte: — A decisão fornece certeza ao povo da África do Sul em um tempo que desafios econômicos e sociais ao país exigem resposta urgente e resoluta — disse ele Se Zuma — cujo mandato vai até 2019 — não renunciasse, ele poderia encarar uma moção de desconfiança no Congresso, onde o CNA tem ampla maioria, no dia 22. Com o partido abertamente a favor da renúncia, a maioria dos parlamentares apoiaria a moção. A base de seu sucessor, o ex-líder sindicalista Cyril Ramaphosa, mais ao centro, é a principal força opositora interna à liderança de Zuma. Zuma é acusado de corrupção, fraude, extorsão, lavagem de dinheiro e evasão de impostos. As 18 acusações contra ele remetem a 783 pagamentos feitos como parte de um acordo armamentício na década de 1990. O presidente e outras autoridades são acusados de receber propina pela compra de jatos militares, barcos de patrulha e outros equipamentos. As acusações emergiram em 2005, mas foram retiradas por procuradores em 2009. O presidente nega qualquer irregularidade. No ano passado, no entanto, o Tribunal Superior do país decretou que Zuma deve responder às acusações, após a opositora Aliança Democrática entrar com um pedido nesse sentido. O presidente entrou com recurso na Corte Suprema de Recursos, mas esta instância também determinou que ele enfrente as acusações. Um empresário ligado a Zuma, Schabir Shaik, foi sentenciado a 15 anos de prisão por receber dinheiro ilegalmente de uma empresa de armas francesa. SEM MEDO DE PERDER REGALIASO líder sustentou que nenhum dos recursos ou regalias do poder deveriam fazer um líder permanece mais tempo do que o concedido para governar: Publicidade — Nenhum líder deve procurar uma saída simplesmente porque não pode enfrentar a vida sem os recursos que vêm com o cargo político. Não temo sair do governo. Resignado, Zuma disse que foi o CNA que o colocou à frente do partido, abrindo caminho para que fosse eleito: — Ao compreender minhas responsabilidades políticas, sei que não fui
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