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Pedreiro Cria Cisterna Para Guardar Agua Da Chuva No Nordeste - - Cidade - Estado


Fonte: http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2017/06/pedreiro-cria-cisterna-para-guardar-agua-da-chuva-no-nordeste.html


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Em Simão Dias, interior de Sergipe, divisa com o estado da Bahia, um pedreiro aposentado de quase 80 anos é admirado pelos moradores desta e de muitas outras cidades deste Nordeste castigado pela seca.saiba maisOftalmologista brasileiro desenvolve lente que evita transplante de córneaBrigadeiro, doce preferido nas festas, surgiu em campanha eleitoralAté dentro de casa, Santos Dumont não parava de inventarFiltro de barro, invenção brasileira, é um dos melhores do mundo Uma caneca d’água pode parecer banal. Mas para quem vive na região da seca, conseguir uma água boa, limpinha, podia custar um sacrifício enorme. Isso até que um sertanejo de nome Manoel, filho de vaqueiro, do interior do Sergipe, homem sem nenhum estudo, criou uma obra muito simples, mas que mudou para sempre a vida do povo do sertão: a cisterna. Hoje, esse tipo de reservatório pode ser encontrado em muitas casas por todo o Nordeste, e ele garante água para casa, para as pessoas e para criação. E até onde a vista alcança, lá estão elas: as cisternas, pontilhando a paisagem. Dependendo do tamanho, podem armazenar até 60 mil litros de água nas temporadas de chuva. A água que cai no telhado vai para a calha que que dá a volta na casa. Daí, pela tubulação, vai para o reservatório. No período da seca, basta bombear um pouco e pronto. Simples, né? Sim, até que alguém tivesse a ideia e fizesse. E quem fez foi seu Manoel Apolônio de Carvalho, o inventor da cisterna de placas - placas de concreto. Baiano de nascimento, mora há tempos em Simão Dias. Até hoje lembra bem da infância e da juventude, compartilhando com 10 irmãos as dificuldades de uma vida sem água em casa. “Sofria muito com a falta d’água, eu mesmo sou testemunha disso. Eu carregava água num jumento nove quilômetros de minha casa. Quando era no outro dia meu irmão fazia rodízio. Minha mãe sofria tanto para dar banho na gente que a gente não tomava banho. Botava o couro de um boi lá ou uma esteira feita de junco e batia com a toalha com um pano em nossos pés no corpo para voar poeira para gente dormir, porque não existia água. Não podia gastar água pois fazia falta. Matar a sede era melhor do que tomar banho”, lembra seu Manoel. Com 17 anos, seu Manoel tomou o mesmo rumo de tantos outros nordestinos que fogem da seca e da miséria: São Paulo. Analfabeto, só conseguiu emprego como auxiliar de pedreiro e foi trabalhar na construção da piscina de um clube. Foi quando viu, pela primeira vez na vida, um material que o impressionou muito: uma massa cinzenta que quando misturada com areia e água, em pouco tempo ficava dura como pedra. Era o cimento! Até aquele dia, seu Manoel só conhecia as casas do sertão, feitas com barro. O cimento foi uma descoberta. Com tanta novidade, com tanta coisa que aprendeu, Manoel teve uma ideia: voltar para o sertão para construir uma piscina de cimento, não para tomar banho, mas para guardar a água da chuva e usar nos períodos de seca.
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