BAIRROS

Qual seu Bairro? Estado: Cidade:

CONHEÇA O GOOGLE SUÍTE - GSUITE, UM NOVO MUNDO PARA SUA EMPRESA - CLIQUE AQUI!

Justica Fixa Teto De 5 72 Para Aumento De Planos De Saude Individuais Em 2018 - - Cidade - Estado


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/defesa-do-consumidor/justica-fixa-teto-de-572-para-aumento-de-planos-de-saude-individuais-em-2018-22774432


Voltar

Acessar Navegação Economia Assine Buscar Buscar Acesse no Facebook Twitter Instagram Rio Brasil Mundo Economia Cultura Sociedade Tecnologia Ciência Saúde Educação Esportes Viagem Bairros Opinião Blogs TV Vídeos Fotos Infográficos Últimas Notícias Reage Rio Rio Gastronomia Barra Week 2018 Carros Defesa do Consumidor Gastronomia Investimentos Saber Viver Ciclos Empresariais Notícias CNC | Sesc | Senac Viva a Transformação Acesse no Facebook Twitter Instagram Receba nossas newsletters Cadastrar Defesa do Consumidor PUBLICIDADE Decisão da Justiça abre precedentes para limitar reajuste dos planos de saúde Segundo especialistas, liminar deve aumentar pressão por cálculos mais transparentes Luciana Casemiro, Ione Luques, Glauce Cavalcanti e Pollyanna Brêtas 13/06/2018 - 10:54 / 14/06/2018 - 08:10 Compartilhe por Facebook Twitter WhatsApp PUBLICIDADE ANS propôs reajuste de 10% para os planos individuais e familiares neste ano RIO — Após três anos com reajustes de 13,5% nas mensalidades dos planos de saúde individuais, a Justiça fixou em 5,72% o teto para o aumento desses contratos, únicos com correção regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O percentual corresponde ao índice da inflação de saúde no país, medido pelo IPCA, apurado pelo IBGE. Conforme antecipado pelo colunista do GLOBO Ancelmo Gois, a ANS propôs reajuste de 10% para este ano . O anúncio formal da taxa, no entanto, ainda não foi feito pela agência, que aguardava parecer do Ministério da Fazenda. SAIBA MAIS : ‘Existe uma caixa preta para ser aberta sobre o cálculo dos aumentos’ ‘Controle e redução artificial do ajuste agravarão a oferta de planos’ Apesar de não ter sido notificada, a ANS já informou que irá recorrer da decisão judicial. Segundo especialistas, a determinação da Justiça vai dar início a uma discussão sobre a forma como é calculado o aumento anual pela agência, e pode ter reflexo também sobre os planos coletivos, apesar de eles não estarem contemplados na ação. ANÁLISE: Planos de saúde: consumidor pode ajudar a curar um mercado doente LEIA MAIS : Disputa contra planos de saúde aumenta na Justiça LEIA AINDA: Após 20 anos, planos de saúde esbarram em alta de custos Receba as newsletters do Globo: Digite as letras da imagem: Trocar imagem Cadastrar Já recebe a newsletter diária? Veja mais opções A liminar foi concedida nesta quarta-feira, pela 22ª Vara Cível Federal de São Paulo, em resposta à ação civil pública movida pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que se baseia em relatório divulgado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em março. O TCU aponta distorções, abusividade e falta de transparência na metodologia usada pela ANS para calcular o percentual máximo de reajuste de 9,1 milhões de planos individuais, uma fração do total de 47,4 milhões de contratos da saúde suplementar no Brasil. A ANS tem pelo menos até a metade do segundo semestre para responder aos questionamentos do TCU. LEIA TAMBÉM : Número de usuários de planos de saúde sobe 53% em 20 anos Clínicas populares e aplicativos substituem perda de planos de saúde nas famílias Primeira ação movida pelo Idec Na decisão, o juiz Flavio Siqueira Junior reconhece que o constante avanço da tecnologia pede reajuste por índice diferenciado daquele que mede a inflação geral. Ele pondera, contudo, que a ANS, como órgão regulador, não pode autorizar aumento que inviabilize o custeio pelos consumidores. A decisão abre a possibilidade de uma audiência de conciliação e de assinatura de termo de ajuste de conduta para adoção de metodologia que não comprometa a capacidade de pagamento dos usuários nem a sustentabilidade do setor. PUBLICIDADE E MAIS : ANS suspende venda de 31 planos de saúde de 12 operadoras Desde 2002, o Idec questiona a ANS sobre os reajustes dos planos individuais. Esta é, porém, a primeira ação movida pelo instituto sobre o tema. — Esgotamos todas as possibilidades administrativas de revisão dos reajustes. Mas esta é uma solução provisória, enquanto a ANS não cumpre as exigência do relatório do TCU. Propusemos o uso do IPCA setorial de saúde como substituto temporário, por entender que o índice, além de refletir custos do setor, oferece a transparência necessária e mantém relação com a capacidade de pagamento do consumidor — explica Ana Carolina Navarrete, pesquisadora em saúde do Idec. Representantes das empresas de saúde argumentam que o índice não é adequado como referência ao reajuste. Para André Braz, economista do Ibre/FGV, o IPCA em saúde pode ser usado como parâmetro, mas caberia usar mais dados no cálculo: — A coleta de preços em serviços fica no tradicional, mas os planos gradualmente absorvem procedimentos novos, ainda não mapeados pelas Pesquisas de Orçamentos Familiares. Sem esquecer que o plano é um serviço para renda mais alta, está fora da cesta da maioria dos brasileiros. Para a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que reúne as maiores operadoras, o IPCA não é referência em relação à variação das despesas do segmento. A FenaSaúde destaca que a cesta do IBGE de saúde e cuidados pessoais é composta por itens não relacionados aos serviços de planos de saúde, como higiene pessoal e limpeza. PUBLICIDADE Na avaliação das empresas, para obter um reajuste menor é preciso discutir os motivos que levam à alta das despesas do setor, como d
... ++ Mais

TAGS:

Acessar Navegação Economia Assine Buscar Buscar Acesse Facebook Twitter Instagram Brasil Mundo Economia Cultura Sociedade Tecnologia Ciência Saúde Educação Esportes Viagem Bairros Opinião Blogs Vídeos Fotos Infográficos Últimas Notícias Reage Gastronomia Barra Week 2018 Carros Defesa Consumidor Gastronomia Investimentos Saber Viver Ciclos Empresariais Notícias Sesc Senac Viva Transformação Acesse Facebook Twitter Instagram Receba nossas newsletters Cadastrar Defesa Consumidor PUBLICIDADE Decisão Justiça abre precedentes para limitar reajuste planos saúde Segundo especialistas liminar deve aumentar pressão cálculos mais transparentes Luciana Casemiro Ione Luques Glauce Cavalcanti Pollyanna Brêtas 13/06/2018 10:54 14/06/2018 08:10 Compartilhe Facebook Twitter WhatsApp PUBLICIDADE propôs reajuste para planos individuais familiares neste Após três anos reajustes 135% mensalidades planos saúde individuais Justiça fixou 572% teto para aumento desses contratos únicos correção regulada pela Agência Nacional Saúde Suplementar (ANS). percentual corresponde índice inflação saúde país medido pelo IPCA apurado pelo IBGE. Conforme antecipado pelo colunista GLOBO Ancelmo Gois propôs reajuste para este anúncio formal taxa entanto ainda não feito pela agência aguardava parecer Ministério Fazenda. SAIBA MAIS ‘Existe caixa preta para aberta sobre cálculo