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Depois De Sete Anos Carlos Tufvesson Esta De Volta A Moda - - Cidade - Estado


Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/moda/depois-de-sete-anos-carlos-tufvesson-esta-de-volta-moda-22139563


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Depois de sete anos, Carlos Tufvesson está de volta à moda Ambição é criar dois vestidos de noiva por mês e fazer girar coleção de prêt-à-couture Carlos Tufvesson posa com nova criação - Ian Costa por Gilberto Júnior 02/12/2017 4:30 / Atualizado 02/12/2017 10:17 Publicidade Carlos Tufvesson está numa sala privada do ateliê de sua mãe, a estilista Glorinha Pires Rebelo, provando uma série de looks num grupinho animado de modelos. Faz tempo que essa cena não acontecia, e ele parece radiante. Após um hiato de sete anos, Tufvesson está de volta à moda. O recomeço é num ritmo diferente, sem loja ou 90 funcionários, como era no passado. Sua ambição agora é criar, no máximo, dois vestidos de noiva por mês e fazer girar a sua coleção de prêt-à-couture, como ele gosta de chamar, feita de bases que podem ser customizadas (cor, estampa, bordados...) ao gosto da cliente. — Para falar a verdade, estou regressando por paixão. Sou estilista e nunca deixei de ser. Não poderia virar e me apresentar como médico, né? — brinca. Tufvesson conta que seu retorno à moda tornou-se uma possibilidade real em agosto, quando ajustou um longo de uma amiga: — Eu tinha desenhado a peça para a mãe dela dez anos atrás. Fiquei orgulhoso com a qualidade da roupa, do drapeado. Na hora, emocionei-me. Por enquanto, o designer está dividindo o espaço com Glorinha, que deu umas espiadinhas e opinou sobre os looks na sessão de fotos deste ensaio de capa: — Ela adora comentar os vestidos que faço. Trocamos muita informação, foi com mamãe que aprendi o respeito por esse ofício. Aliás, a ideia do nosso coworking foi minha, uma parceria que remete ao início da minha carreira. Na década de 1980, fui estudar teatro, o que ela odiou, porque achava que não teria futuro. Me deu casa e comida, mas cortou a grana. Mais tarde, acabou me contratando para ser comprador de acessórios de sua antiga marca, a Maison D’Ellas. Assim comecei na moda — relembra. Tufvesson afirma que seu estilo, mesmo que distribuído em menor escala, não sofrerá grandes mudanças: — É uma roupa que nasce do desejo de alongar a silhueta e exaltar a feminilidade. Minha mulher sempre foi forte. Tufvesson afirma que suas clientes cobravam a volta e revela que, em sua loja de Ipanema, que encerrou as atividades em 2010, 90% da coleção eram vendidos. Mesmo sendo uma marca relativamente pequena, o designer chegou a exportar para lugares como Paris e Abu Dhabi: — Nos Emirados Árabes, um vestido meu custava o mesmo que um Roberto Cavalli. Não pode; Cavalli possui um nome que eu não tenho. A grife italiana está em qualquer revista no mundo. As taxas e impostos do nosso país dificultam muito. Publicidade Carlos Tufvesson mostra nova fase - Ian Costa Mais experiente e maduro (“Sei que tenho mais anos do que mentalidade”, brinca, fazendo mistério sobre sua verdadeira idade), o estilista diz que não se arrepende de nada em sua trajetória: — E, se for o caso, farei tudo novamente. Estaria mentindo se dissesse que não tenho vontade de desfilar outra vez, por exemplo. Entrei num backstage pela primeira vez aos oito anos. Lembro do cheiro, da luz. Nasci nesse ambiente. Só não quero vender para atacado agora nem abrir um espaço próprio. Nunca tive prejuízo, mas não sei administrar. Tufvesson tem uma visão bem particular do negócio de moda. Ele não aprova, por exemplo, que se pague uma celebridade para prestigiar um evento, algo tão comum hoje: — Não pagava um centavo para ter uma famosa sentada na minha primeira fila. Fico quase ofendido com a falta de autoestima de um designer que desembolsa uma grana para ter uma estrela da TV em sua apresentação. No meu caso, não era a atriz ou a apresentadora que comparecia, era a minha cliente. Todas tinham um perfil, não eram loucas que não sabiam o que estava acontecendo. Readaptado à rotina de um ateliê de moda, Tufvesson já separou o caderno de anotações que levará na bagagem em sua próxima viagem. Ao lado do marido, o arquiteto André Piva, ele passará o fim de ano em Bangkok. Será que a inspiração para uma nova coleção virá da Tailândia? — Férias não existem para quem lida com criação, de uma forma geral. Quero poder trabalhar para a moda de uma maneira bem ampla. Temos que nos lembrar de quem somos e não ficar achando que dependemos de outros para sermos quem somos — filosofa. Nos sete anos em que esteve longe das confecções, Tufvesson observou o mercado e teve tempo para refletir sobre o papel da indústria da moda. Viu marcas fecharem as portas, novos talentos despontarem e o comportamento ganhar campanhas e desfiles. Ele cita o baiano Guto Carvalhoneto, a grife The Paradise, do d
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