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Crise No Brasil Bate Forte Nos 039 Hermanos 039 Argentinos - - Cidade - Estado


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/crise-no-brasil-bate-forte-nos-hermanos-argentinos-21489200


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Mesmo com resgate de títulos, dívida pública fechou... Medicamento para tratamento de verminose em crianças e... Anatel rejeita pedido da Oi para trocar multas por... Electrolux compra marca de eletrodomésticos Continental na... Crise no Brasil bate forte nos 'hermanos' argentinos Com queda nas exportações, empresas passam por dificuldades por Janaína Figueiredo, correspondente 18/06/2017 4:30 / Atualizado 18/06/2017 8:19 Passerini, um dos donos da Bandex: “Em 2017 a coisa está mais controlada, pelo menos esperamos ficar empatados” - Janaina Figueiredo Publicidade BUENOS AIRES - Os argentinos costumam dizer que, cada vez que o Brasil espirra, a Argentina fica resfriada. É uma metáfora comum para explicar a forte dependência de sua economia em relação ao que acontece em seu principal sócio estratégico na região e no mundo. E não é exagerada. Entre 2013 e 2016, período em que a economia brasileira sofreu a maior recessão de sua história, as exportações argentinas para o mercado vizinho despencaram 48%. Em 2013, empresas argentinas venderam US$ 17 bilhões para o Brasil. Três anos depois, esse montante caiu para US$ 9 bilhões. O dano foi grande e hoje o clima entre as empresas argentinas é de temor de que a recuperação ainda incipiente do Brasil seja abortada pelo agravamento da crise política. LEIA TAMBÉM: Instabilidade política, corrupção e desemprego disparam no Brasil em relação aos vizinhosCONFIRA: Governo americano notifica renegociação do Nafta ao CongressoVeja tambémBalança fecha segunda semana de junho com superávit de US$ 2,2 biEconomistas afirmam que é cedo para decretar o fim da recessão, crise política é riscoExportações compensam saída de dólares no mercado financeiro em maio Os empresários argentinos acompanham diariamente o noticiário do Brasil e, cada vez que se encontram com um brasileiro, buscam mais informações que ajudem a entender o que está acontecendo. Atualmente, o maior medo não é saber se o presidente Michel Temer completará seu mandato. A incógnita que mais preocupa é saber quem governará o país depois de Temer, diz José Luis Passerini, gerente geral e um dos donos da empresa de plásticos Bandex, que exporta 50% de sua produção, sendo 20% destinados ao Brasil. — Nos últimos três anos, nossas vendas ao Brasil recuaram 30%. Tínhamos um potencial estimado de crescimento de 35% por ano e não só não crescemos, como perdemos mercado — lamenta Passerini, à frente de uma empresa familiar criada há 50 anos e hoje líder no mercado interno. A Bandex tem duas fábricas na Argentina e chegou a ter uma no Nordeste brasileiro, que terminou vendendo por dificuldade de acesso ao crédito e, portanto, de crescimento. — O pior ano foi 2016, nossas exportações para o Brasil caíram 17% em relação ao ano anterior. Em 2017 a coisa está mais controlada, pelo menos esperamos ficar empatados — diz o empresário, em seu escritório do bairro de San Cristóbal. Na fábrica de Sarandi, na região da Grande Buenos Aires, ainda não foram feitos ajustes decorrentes da redução das vendas ao Brasil. Mas Passerini não descarta cortes este ano. — É uma pena ver o Brasil assim. Se o país estivesse normal, não digo nem com um crescimento excepcional, nossas exportações não teriam teto — assegura o empresário. 'NÃO É FÁCIL SUBSTITUIR O BRASIL'Além de plásticos, os setores da indústria argentina mais afetados pela crise brasileira são automóveis, autopeças, produtos químicos, metal-mecânicos, trigo e algumas hortaliças, como alho e cebola (da província de Mendoza). — No ano passado, as exportações argentinas subiram 1,4%. Se excluirmos o Brasil, o crescimento seria de 5,5% — explica o economista Marcelo Elizondo, diretor da empresa de consultoria DNI. De todos os setores, o mais prejudicado, assegurou Elizondo, foi o automobilístico. Estima-
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