BAIRROS

Qual seu Bairro? Estado: Cidade:

CONHEÇA O GOOGLE SUÍTE - GSUITE, UM NOVO MUNDO PARA SUA EMPRESA - CLIQUE AQUI!

1968 O Ano Em Que A Cultura Jovem Dominou A Moda - - Cidade - Estado


Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/1968-ano-em-que-cultura-jovem-dominou-moda-22678410


Voltar

Acessar Navegação Mundo Assine Buscar Buscar Acesse no Facebook Twitter Instagram Rio Brasil Mundo Economia Cultura Sociedade Tecnologia Ciência Saúde Educação Esportes Viagem Bairros Opinião Blogs TV Vídeos Fotos Infográficos Últimas Notícias Reage Rio Rio Gastronomia Barra Week 2018 Carros Defesa do Consumidor Gastronomia Investimentos Saber Viver Ciclos Empresariais Notícias CNC | Sesc | Senac Viva a Transformação Acesse no Facebook Twitter Instagram Receba nossas newsletters Cadastrar PUBLICIDADE 1968, o ano em que a cultura jovem dominou a moda Movimentos culturais da Swinging London influenciaram estilo da juventude parisiense Renata Izaal 13/05/2018 - 04:30 / 14/05/2018 - 12:39 Compartilhe por Facebook Twitter WhatsApp PUBLICIDADE Estilo. Modelo Jean Shrimpton, da ‘Swinging London’: influência britânica Foto: Reprodução/Hulton Deutsch Collection RIO - Enquanto os estudantes tomavam as ruas de Paris, em maio de 1968, o sistema da moda formulava a sua própria revolução. Nada que passasse pelas salas de aula da Sorbonne, ao contrário, os códigos de estilo do século XX foram reinventados do outro lado do Canal da Mancha, na Swinging London, onde, desde o início dos anos 1960, os jovens usavam roupas, acessórios, maquiagem e cortes de cabelo para criar a imagem de uma geração radicalmente diferente da de seus pais. E foram justamente eles — com a ajuda do novo alcance transnacional da cultura pop — que transformaram a indústria da moda para sempre. Nas questões de estilo, 1968 também é o ano que não terminou. O que os estudantes vestiram nas ruas de Paris há 50 anos não era uma novidade: minissaias e botas, suéteres de gola rulê e trench coats, camisetas polo e paletós já constavam do guarda-roupa dos Mods desde o fim dos anos 50. O movimento, nascido na classe operária inglesa com anseios de inserção social, inspirou-se no cinema italiano e nos clubes de jazz do Soho londrino, mais tarde incorporando o rock de bandas como The Who. A ele somaram-se, no decorrer dos anos 1960, os desenhos da Op Art de Bridget Riley, as cores da Pop Art, os ternos sem colarinho, os cortes de cabelo dos Beatles e a mistura de roupas de grife com peças garimpadas em feiras, como a Portobello Road Market. Um cenário tão explosivo que se tornou conhecido como youthquake, uma brincadeira com as palavras inglesas youth (juventude) e earthquake (terremoto), como notou Robert Orbach, diretor da butique I was Lord Kitchener’s Valet, em Portobello Road, onde Mick Jagger comprava jaquetas: “O design da classe trabalhadora, a moda britânica, o rock and roll, Beatles, Carnaby Street... de repente tudo se juntou”. Receba as newsletters do Globo: Digite as letras da imagem: Trocar imagem Cadastrar Já recebe a newsletter diária? Veja mais opções LEIA MAIS: 'Não queremos repetir o Cohn-Bendit', dizem jovens ativistas franceses Experiência nazifascista levou a violência no pós-68 na Itália e Alemanha, diz sociólogo Cronologia: Dez semanas de utopia em 1968 O sucesso das butiques londrinas foi enorme. Em 1967, elas eram 2 mil na capital britânica, sobretudo na região de Chelsea e em Carnaby Street, a rua-símbolo da Swinging London. Marcas como a Biba, de Barbara Hulanicki; a Bazaar, de Mary Quant; a His Clothes, de John Stephen; e a Vince’s Man’s Shop, de Bill Green, foram exaustivamente copiadas em outros países. Em Paris, a New Man, que existe até hoje, foi a primeira loja a vender o estilo nascido em solo inglês. Fundada em 1965, três anos depois ela vestia os manifestantes franceses em calças de veludo cotelê e camisas ajustadas ao corpo. Rapidamente, a butique ganhou imitações, todas com nomes ingleses, como Cardiff e Dean. O estilo nascido nas ruas de Londres e exportado para toda a Europa não passou despercebido ao establishment da moda. Se até os anos 1950 a regra era que os modelos da alta-costura fossem copiados por grandes varejistas para atender ao consumidor de classe média, a partir dos anos 1960, a história se inverte. Nomes importantes da moda francesa rapidamente entenderam que a cultura jovem — suas personalidades, sua moda, música e cinema — deveria ser compreendida, ressignificada e embalada para que as grifes mantivessem sua relevância frente a um público ansioso pelo novo e também para garantir outros canais de negócios, além da exclusiva e dispendiosa alta-costura. Assim nasceu a roupa pronta para usar e temas caros ao estilo de vida dos jovens de 1968, como a moda unissex, foram apropriados pelas grifes parisienses. Pierre Cardin, por exemplo, foi o primeiro a criar uma coleção prêt-à-porter, ainda em 1959, para a loja de departamentos Printemps. Em 1967, lançou “Cosmos”, uma coleção com temática futurista e totalmente unissex. PUBLICIDADE E AINDA: 1968, o ano em que a cultura jovem dominou a moda Na ebulição de 1968, residência estudantil brasileira foi invadida em Paris Ontem e hoje: o que aconteceu com os líderes do Maio de 1968 Mas foi Yves Saint Laurent quem melhor compreendeu o zeitgeist. Em 1966, inaugurou sua butique prêt-à-porter, a Rive Gauche, com a coleção Le Smoking, em que redesenhou o terno masculino para o corpo da mulher. Dois anos depois, apresentou uma coleção sóbria, andrógina e quase toda com peças na cor preta em protesto contra a Guerra do Vietnã: “A vida num iate pertence a um tipo de sociedade que já não significa nada. A atual liberdade na moda permite que as pessoas sejam quem são ou quem querem ser,” disse o estil
... ++ Mais

TAGS:

Acessar Navegação Mundo Assine Buscar Buscar Acesse Facebook Twitter Instagram Brasil Mundo Economia Cultura Sociedade Tecnologia Ciência Saúde Educação Esportes Viagem Bairros Opinião Blogs Vídeos Fotos Infográficos Últimas Notícias Reage Gastronomia Barra Week 2018 Carros Defesa Consumidor Gastronomia Investimentos Saber Viver Ciclos Empresariais Notícias Sesc Senac Viva Transformação Acesse Facebook Twitter Instagram Receba nossas newsletters Cadastrar PUBLICIDADE 1968 cultura jovem dominou moda Movimentos culturais Swinging London influenciaram estilo juventude parisiense Renata Izaal 13/05/2018 04:30 14/05/2018 12:39 Compartilhe Facebook Twitter WhatsApp PUBLICIDADE Estilo. Modelo Jean Shrimpton ‘Swinging London’: influência britânica Foto: Reprodução/Hulton Deutsch Collection Enquanto estudantes tomavam ruas Paris maio 1968 sistema moda formulava própria revolução. Nada passasse pelas salas aula Sorbonne contrário códigos estilo século foram reinventados outro lado Canal Mancha Swinging London onde desde início anos 1960 jovens usavam roupas acessórios maquiagem cortes cabelo para criar imagem geração radicalmente diferente seus pais. foram justamente eles ajuda novo alcance transnacional cultura transformaram indústria moda para sempre. questões estilo 1968 também não terminou. estudantes vestiram ruas